Quando penso na minha rotina no trabalho remoto, uma das primeiras imagens que vêm à mente é o tempo que passo diante do monitor. Não sou só eu. Dados do Jornal da USP mostram que, em média, os brasileiros usam telas por nove horas diárias, quase 57% do tempo acordados. Isso tem impacto direto na produtividade, no conforto e até na saúde.
Eu já precisei escolher monitores para equipes inteiras e percebo como uma decisão mal pensada pode gerar insatisfação, dores e até queda de engajamento. Afinal, cada pessoa tem particularidades – e cada equipe, suas demandas. A Mobiland, que oferece tecnologia sob medida para empresas, também percebe essa necessidade de flexibilidade e suporte ao sugerir monitores adequados para cada necessidade corporativa.
Se a equipe vai trabalhar o dia todo diante do monitor, ele não pode ser um obstáculo.
Por que olhar para o monitor faz tanta diferença?
O monitor, para muitos, é apenas uma tela. Mas, para quem trabalha remoto, ele se torna uma janela para o mundo profissional. Um monitor ruim pode gerar cansaço visual, dores musculares, distrações e pequenas irritações que, no decorrer das semanas, viram grandes problemas. Quando converso com profissionais de diferentes áreas, escuto muitos relatos sobre como um bom monitor pode tornar a rotina menos cansativa e até mais prazerosa.
Segundo o IBGE, em 2022, 7,4 milhões de brasileiros estavam em regime de teletrabalho, e 91,2% tinham computador e internet em casa. Isso mostra um cenário onde a escolha dos equipamentos impacta milhões.
- Reduzir esforço ocular
- Melhorar a postura
- Aumentar o foco
- Facilitar a organização
Critérios práticos para escolher o monitor de equipes remotas
Tamanho da tela: qual é o ideal?
Na prática, já vi equipes que preferem dois monitores menores a um grande, e outras que se adaptam melhor ao ultrawide. Para mim, telas entre 23 e 27 polegadas atendem à maioria das demandas de trabalho remoto. Acima disso, pode ser interessante para quem trabalha com gráficos, vídeos ou precisa de diversas janelas abertas lado a lado.
Já presenciei programadores que só conseguem trabalhar bem com ultrawides, enquanto profissionais de atendimento preferem dois monitores para separar conversas e planilhas.
Resolução: detalhes fazem diferença?
Sim, fazem. Eu noto isso principalmente após algumas horas de trabalho. Se o monitor oferece baixa resolução, textos e imagens ficam serrilhados, e o esforço para ler ou enxergar detalhes cansa mais rápido. Resoluções Full HD (1920×1080) já são uma base confortável, mas monitores QHD (2560×1440) ou 4K entregam ainda mais nitidez.
Ergonomia: ajuste é tudo
A possibilidade de ajustar altura, inclinação e até rotação é subestimada. Já sofri tentando improvisar com pilhas de livros sob um monitor. Ter um monitor com base ajustável ou suporte VESA muda a experiência completamente.
Quantidade de conexões e compatibilidade
Não só uma vez já precisei conectar notebook, tablet e outros dispositivos ao monitor e me deparei com falta de entradas. Verifique, antes de escolher, se os modelos oferecem HDMI, DisplayPort, USB-C e até hubs USB integrados. Isso traz praticidade, algo fundamental no trabalho remoto, onde nem sempre se tem todos os acessórios à mão.
Cuidado ocular: tecnologias que ajudam
Filtros de luz azul, flicker free e ajustes automáticos de brilho são recursos que só percebi valor depois de muito tempo. Trabalhar horas sem essas funções pode incomodar muito, especialmente para quem já tem sensibilidade visual. Monitores com essas tecnologias deixam o dia mais leve.
Perfil da equipe e função: cada caso, uma escolha
No contato com diversas empresas, noto que não existe receita universal. Recomendo mapear as funções principais da equipe antes de escolher.
- Designers e editores de vídeo: preferem telas maiores e maior fidelidade de cor;
- Desenvolvedores: gostam de espaço horizontal para múltiplos códigos e terminais;
- Administrativo e suporte: monitores duplos ajudam a separar sistemas e planilhas.
A Mobiland entende que projetos diferentes exigem soluções específicas. Planejar com base no tipo de uso e até propor testes de equipamento pode reduzir muita dor de cabeça depois.
Outros fatores que já me pegaram de surpresa
Costumo compartilhar dicas baseadas em situações reais que já vivi ou presenciei:
- Cuidado com reflexos e brilho: monitores com acabamento fosco reduzem reflexos e deixam a leitura mais confortável;
- Garantia e suporte: fundamental para equipes remotas, já que atrasos para reparar ou trocar um monitor quebrado podem parar o fluxo de trabalho;
- Custo-benefício: nem sempre o mais caro é o mais adequado.
Poder contar com equipamentos já configurados, entregues e retirados conforme a necessidade, como faz a Mobiland, já resolve metade dos problemas logísticos.
Dicas rápidas para quem está começando a escolher
- Converse com a equipe e entenda o que incomoda atualmente nos monitores usados;
- Faça testes com diferentes modelos antes de contratar ou comprar em grande quantidade;
- Dê preferência a contratos flexíveis, que permitam troca rápida caso o modelo escolhido não atenda;
- Pense no crescimento da equipe: escolha monitores de fácil integração e configuração;
- Considere a entrega já configurada, pronta para uso, para evitar dor de cabeça na implantação.
Tudo isso se conecta, inclusive, com o que o Centro de Pesquisa Comunicação & Trabalho da USP aponta: o avanço do trabalho remoto exige equipamentos práticos, seguros e que permitam adaptação ágil de processos.
Conclusão: tecnologia que apoia pessoas
Se eu pudesse resumir em uma frase, diria que o monitor não é só um acessório, ele é a base da experiência de trabalho remoto. Investir tempo e atenção na escolha faz diferença no bem-estar e no rendimento do time.
Mais do que um display, o monitor é o ambiente de trabalho da equipe remota.
Na minha experiência, contar com opções flexíveis, suporte pronto e equipamentos já prontos para uso, como faz a Mobiland, é a melhor forma de garantir que equipes remotas estejam sempre um passo à frente. Aproveite para conhecer as soluções da Mobiland e solicite uma cotação, você pode transformar a rotina do seu time com uma escolha mais inteligente e prática.
Perguntas frequentes sobre monitores para equipes remotas
Como escolher o monitor ideal para home office?
Para escolher o monitor ideal para home office, avalie tamanho, resolução, ajuste ergonômico e quantas entradas ele possui. Considere também recursos como filtro de luz azul e compatibilidade com suporte, para garantir conforto durante longas jornadas. Se possível, teste modelos antes de decidir e opte por facilidades como entrega e retirada, algo que serviços de aluguel, como a Mobiland, oferecem para empresas.
Qual o tamanho de monitor recomendado para trabalho remoto?
Monitores entre 23 e 27 polegadas atendem bem a maioria das funções, equilibrando espaço e conforto, sem ocupar demais a mesa. Para edições de vídeo, design ou quem prefere múltiplas janelas abertas, modelos ultrawide ou duplos podem ser mais interessantes.
Quais recursos são importantes em monitores para equipes remotas?
Os principais recursos são: resolução Full HD ou superior, ajustes ergonômicos (altura, inclinação), diversas entradas (HDMI, DisplayPort, USB-C), filtro de luz azul, flicker free e garantia ágil. O ideal é unir conforto visual, praticidade e suporte, planejando sempre conforme o perfil da equipe.
Quanto custa um bom monitor para trabalho remoto?
O valor varia bastante, de acordo com tamanho, resolução e recursos. Custo médio para modelos de 24 polegadas Full HD fica entre R$ 800 e R$ 1.500 no varejo, mas contratos de aluguel permitem negociar valores reduzidos e serviços adicionais. Dessa forma, empresas podem dimensionar gastos conforme a demanda, contando ou não com manutenção e seguro inclusos, como na Mobiland.
Onde encontrar os melhores monitores para equipes remotas?
Empresas que oferecem aluguel de tecnologia, como a Mobiland, permitem testar e ajustar modelos conforme a necessidade de cada projeto. Eles entregam os equipamentos prontos para uso e oferecem suporte caso aconteça algum imprevisto, facilitando a gestão. Assim, profissionais têm acesso a monitores ideais para trabalho remoto sem preocupações logísticas ou altos investimentos iniciais.


